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Arquitetura urbana brasileira — imagem ilustrativa

SOLUÇÕES / REGULARIZAÇÃO

Regularização imobiliária

Um caminho para aproximar a situação real do imóvel de seus documentos na prefeitura, na Receita e no registro.

O problema precisa ser identificado antes da solução

Regularizar um imóvel pode envolver uma construção que não aparece na matrícula, uma aquisição que ainda não foi registrada ou diferenças entre a área real e a documentação. Essas situações exigem providências diferentes. Ter IPTU ou conta de energia em seu nome, por exemplo, não substitui a análise da titularidade no Registro de Imóveis.

Três frentes que precisam conversar

A prefeitura trata da situação urbanística e edilícia; a Receita Federal, das obrigações fiscais relacionadas à obra; o cartório qualifica os títulos e os atos de registro e averbação. Resolver uma frente não encerra automaticamente as outras. A análise inicial cruza os documentos e estabelece a sequência adequada.

Como organizamos o atendimento

O diagnóstico registra o objetivo — vender, financiar, transferir ou organizar o patrimônio — e as pendências identificadas. A proposta deve separar serviços, documentos que o cliente precisa obter, taxas de terceiros e etapas que dependem de órgãos públicos. A execução começa após definição de escopo e autorizações.

O que preparar para a análise

Documentos e informações

Matrícula atualizada, contrato ou escritura de aquisição, cadastro municipal e IPTU, documentos pessoais e da construção. Plantas, alvará, habite-se e documentos fiscais entram na análise quando existirem. Não é necessário reunir tudo para a primeira conversa.

Profissionais envolvidos

Engenheiro ou arquiteto para questões técnicas; advogado quando houver questões jurídicas; profissionais responsáveis pela documentação fiscal e registral, conforme o caso.

Perguntas frequentes

Quanto custa regularizar um imóvel?

Não existe valor único: localização, área, origem da aquisição e pendências alteram o escopo. Honorários, tributos, emolumentos e levantamentos devem ser discriminados na proposta.

Imóvel sem escritura sempre precisa de usucapião?

Não. Antes de indicar um instrumento jurídico, é preciso analisar a cadeia de aquisição, os contratos e a matrícula. Escritura, registro, adjudicação e usucapião têm requisitos próprios.

A Central garante a aprovação?

A análise e o acompanhamento não substituem as decisões da prefeitura, da Receita ou do registro. Exigências e viabilidade são avaliadas no caso concreto.

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